Do grego μουσική τέχνη – musiké téchne, ou “a arte das musas”, em português, a música é uma forma de arte caracterizada pela combinação de vários sons e ritmos, sendo considerada como uma prática humana e cultural e humana. Todo grupo social, toda civilização, possui manifestações musicais próprias, criações que surgem a partir da combinação entre sons e silêncio e que guardar muito do que é um lugar, um povo.

Entre as definições de música está “a arte de manifestar os afetos da alma através do som”, sendo ela a atividade artística por excelência, que possibilita compartilhar emoções e sentimentos e tem por base o desejo humano de modificar o mundo.

O ser humano pode achar que toca música, mas a música é que toca o ser humano, e nos mais diversos níveis, ajustando frequências de ondas cerebrais, inspirando, dando prazer, acalmando, elevando o espírito. Transcendendo. Einstein disse que, se não fosse físico, seria músico. Frusciante disse que a música é a face de Deus.

Pesquisas recentes indicam que escutar música melhora nosso bem-estar mental e dá um up em nossa saúde de formas surpreendentes. Aulas de música podem ajudar a elevar nosso QIs e até nos manter em forma durante a terceira idade.

Abaixo, 15 benefícios cientificamente comprovados de se estar ligado à e em música. Aumente o som e melhore sua vida.

 

  1. Música te deixa mais feliz

Quando você escuta músicas que você gosta, seu cérebro libera dopamina, um neurotransmissor que gera bem-estar. Valorie Salimpoor, neurocientista da McGill University, injetou em oito amantes da música uma substância radioativa que se liga aos receptores da dopamina depois deles terem escutado suas músicas favoritas. Uma tomografia mostrou que grandes quantidades de dopamina foram liberadas, o que levou os participantes a sentirem emoções como felicidade e excitação.

 

  1. Música melhora a performance em corridas

Marcelo Bigliassi, pesquisador da Brunel University London, com expertise em fisiologia, neurociência e medicina esportiva, e seus colegas descobriram que corredores que escutaram música motivacional rápida ou lenta completaram os primeiros 800 metros de sua corrida mais rápido do que os corredores que ouviam música calma ou correram sem música.

 

  1. Amantes da música sofrem menos de estresse e têm melhoras em sua saúde

Ouvir música que você gosta diminui os níveis do hormônio do estresse cortisol em seu corpo, o que neutraliza os efeitos do estresse crônico. Este é um achado importante, pois o estresse está associado a grande parte das doenças que desenvolvemos. Pessoas que tocam vários instrumentos de percussão e cantam têm melhoras significativas em seu sistema imunológico, e superiores às observadas naqueles que apenas ouvem música.

 

  1. Música ajuda a dormir melhor

A insônia atinge cada vez mais gente no mundo todo. Um estudo mostrou que os alunos que ouviram música clássica relaxante durante 45 minutos antes de se acostarem dormiam melhor do que os alunos que ouviram um audiolivro ou não faziam nada diferente da rotina normal. “The Ship”, último lançamento de Brian Eno, é uma bela disca para o pré-sono.

 

  1. Música reduz depressão

Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo, com 90% delas também sofrendo de insônia. A pesquisa sobre o sono citada acima apontou que os sintomas de depressão diminuíram significativamente no grupo que ouvia música clássica antes da hora de dormir, mas não nos outros dois grupos. Pesquisas também demonstraram que a música pode beneficiar pacientes com sintomas depressivos, dependendo do tipo de música. Os sons meditativos e a música clássica deixaram as pessoas em um melhor estado, ao passo que estilos como heavy metal e techno deprimiram ainda mais.

 

  1. Música ajuda a comer menos

Pesquisas realizadas pela Georgia Tech University mostraram que suavizar a iluminação e a música enquanto as pessoas comiam faziam com que elas consumissem menos calorias e aproveitassem mais suas refeições.

 

  1. Música melhora o humor quando se está dirigindo

Um estudo realizado na Holanda descobriu que ouvir música pode impactar positivamente em seu humor durante a condução de um veículo, o que pode levar a um comportamento mais seguro.

 

  1. Música fortalece aprendizagem e memória

Pesquisadores descobriram que a música pode ajudá-lo a aprender e a reter informações com mais qualidade, mas depende de quanto você gosta da música e se você é músico ou não. As pessoas testadas memorizaram caracteres japoneses enquanto ouviam músicas positivas ou neutras para eles. Os resultados mostraram que os participantes que eram músicos aprenderam melhor com música neutra, mas foram melhor nos testes quando música agradável estava sendo tocada. Os não-músicos, por outro lado, aprenderam melhor com música positiva, mas foram melhor nos testes com música neutra.

 

  1. Música relaxa pacientes antes e depois de cirurgias

Pesquisadores descobriram que ouvir música relaxante antes de cirurgias diminui a ansiedade. Na verdade, é ainda mais eficaz do que algumas medicações administradas por via oral para ajudar pacientes pré-operados a sentir sonolência e que podem ter como efeitos colaterais tosse e vômitos. Outros estudos mostraram que ouvir música calma enquanto descansava na cama após a cirurgia de coração aberto aumentou o nível de relaxamento dos pacientes.

 

  1. Música reduz a dor

Pesquisa da Drexel University, na Philadelphia, descobriu que a musicoterapia e a música pré-gravada reduziram a dor mais do que os tratamentos padrão em pacientes com câncer. Outras pesquisas mostraram que a música pode diminuir a dor em pacientes em cuidados intensivos e pacientes de cuidados geriátricos, mas a seleção precisava contar com peças clássicas, música meditativa ou músicas escolhidas pelo paciente.

 

  1. Música melhora a memória de pacientes com Alzheimer

A organização sem fins lucrativos Music & Memory ajuda pessoas com Mal de Alzheimer e outras doenças relacionadas à idade a se lembrarem de quem são ao fezeram com que ouçam suas músicas mais queridas. A Dra. Laura Mosqueda, diretora de Geriatria da Universidade da Califórnia na Faculdade de Medicina de Irvine, explica que, pelo fato de a música afetar tantas áreas do cérebro, ela estimula vias que ainda podem ser saudáveis.

 

  1. Música melhora a recuperação de vítimas de derrame

Pesquisas na Universidade de Helsinque mostraram que pacientes com AVC que escutaram músicas escolhidas por eles mesmos durante duas horas por dia melhoraram significativamente a recuperação da função cognitiva em comparação com aqueles que ouviram audiolivros ou não receberam material de audição. A maioria das músicas continha letras, o que sugere que é a combinação de música e voz que reforçou a memória auditiva e verbal dos pacientes.

 

  1. Música desenvolve a inteligência verbal

Após um mês de lições de música, envolvendo ritmo, tom, melodia e voz, um estudo da Universidade de York mostrou que 90% das crianças entre quatro e seis anos apresentaram um aumento significativo na inteligência verbal. O pesquisador Sylvain Moreno sugere que o treinamento musical teve um “efeito de transferência”, o que aumentou a capacidade das crianças de entender palavras e explicar seus significados. Outras pesquisas descobriram que mulheres adultas treinadas musicalmente e crianças treinadas musicalmente superaram as pessoas sem treinamento musical em testes de memória verbal.

 

  1. Música aumenta o QI e melhora a performance acadêmica

Pesquisas mostram que ter lições de música permite maior desempenho acadêmico e aumento de QI em crianças pequenas. Em um estudo, crianças de seis anos que tiveram aulas de teclado ou de canto em pequenos grupos durante 36 semanas apresentaram aumentos significativamente maiores no QI e melhores resultados em testes educacionais padronizados do que as crianças que receberam aulas de teatro ou não tiveram aulas. O grupo de canto fez o melhor foi o melhor avaliado.

 

  1. Música mantém seu cérebro saudável na velhice

Um estudo com idosos saudáveis descobriu que aqueles com dez ou mais anos de experiência musical tiveram melhores resultados em testes cognitivos do que músicos com um a nove anos de estudo musical. Os não-músicos ficaram na lanterna nos testes. “Uma vez que estudar um instrumento requer anos de prática e aprendizagem, pode criar conexões alternativas no cérebro capazes de compensar declínios cognitivos à medida que envelhecemos”, diz a pesquisadora principal Brenda Hanna-Pladdy.

Baseado em texto publicado em www.lifehack.org.

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